Sunday, June 15, 2008

Nome de Código Cloverfield

Shhh... É segredo... Cloverfield é um registo ultra-secreto de uma invasão por parte de monstros de tamanho de arranha-céus a Nova-Iorque, algo tão discreto tem de ser escondido a todo o custo! Este filme emocionante e inovador, é um filme de elite, nem toda a gente pode gastar dinheiro em filmes tão maus. Mas nem tudo se passa assim. De facto, e falando a sério, o argumento está bem trabalhado: uma festa que acaba com a filmagem amadora, em primeira pessoa, de um grupo de amigos que tenta escapar de uma cidade em caos. Sem dúvida o filme daria um bom livro, no entanto penso que quer o director de fotgrafia quer o realizador tiraram férias. Afinal, por muito mau que seja um video amador, em geral as pessoas não têm Parkinson... Resumindo, apesar do realismo os 4 euros deveriam ter revertido a favor de aspirinas. Cerca de uma hora e meia de cenas que fazem as delícias dos epiléticos deixam os fãs em "Eu-Fúria": "Estamos à espera do filme a sério!".

Wednesday, July 18, 2007

Thursday, June 21, 2007

Alibabá ou os 4 Parvalhões

Era uma vez um jovem "mercador" que habitava a margem norte do Tejo, isto em tempos onde o sul era dominado pelos mouros... Foi então que denominou toda essa região de "deserto". Enfim, claro que quando obrigado a viajar para visitas diplomáticas até às localidades, logo descobriu que os camelos eram um mito e o que mais se assemelhava a produtos exóticos seriam a baba de camelo ou os bolinhos de areia.

Estava redondamente enganado e os populares indignados, havia que fugir, antes que redireccionassem o campo de tiro... Nesta ocasião oportuna, o nosso Alibabá encontrou um amigo oriental, que logo o animou. "Deixe lá estar, afinal a única coisa que se vê neste país é pinho para queimar...", disse ele sarcasticamente. "Temos é de nos tornar competitivos, parece que a única coisa que exportamos actualmente são emigrantes! Onde estão os velhos regimes feudais, e a mão-de-obra escrava? Salazar ao poder e falemos mandarim!".

E continuou a dupla a sua jornada pelo país-oásis em busca de mais sábios que estivessem dispostos a desenvolver mais meios, nomeadamente Scuds que permitissem alcatroar os buracos do orçamento. Chegara a vez de encontrarem seu mestre, o filósofo Sócrates, engenheiro-físico. Este era genial, "independentemente" do que pudessem dizer, e ninguém conseguia correr com ele... quão rápido era nas corridas de "fundos".

No entanto, quem iria educar a barbárie? Faltava-lhes educação e ainda falta, pois claro, mas nada que não seja resolvido por um sistema simples. Basta colocar os professores aleatoriamente com arranjos de x professores por y escolas e já está. Depois eles ensinam e os alunos resolvem um exame nacional onde geralmente a média nacional é símbolo de plenitude, totalidade, o número sete! Enfim, mas como se pode endireitar uma disciplina que já por si tem muitos "problemas"...

Realmente esqueçam lá, façam antes aéroportos e tgvs que é a única forma de vermos o país dinâmico e em movimento!